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Biblioteca fechada no dia 26 de janeiro (sexta-feira).

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Horário de funcionamento nas férias

De 20/12/2017 a 28/02/2018 – Funcionamento das 7h30 às 18h.

Empréstimo de férias a partir do dia 13/12/2017 com devolução para 15/03/2018

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Atendimento ao público

O acervo com mais de 1.000 livros de arte japonesa disponível na internet

Murilo Roncolato

Obras datadas do século 17 ao 20 foram digitalizadas pelo instituto americano Smithsonian. Coleção conta com páginas desenhadas por Kōetsu, Hokusai e Toyokuni

Mais de 40 mil imagens, presentes em 1.100 livros de ilustrações e manuscritos japoneses datados do século 17 ao 20, foram digitalizadas e estão disponíveis online no site das bibliotecas Smithsonian.

O instituto americano criado em 1846 reúne museus e centros de pesquisa administrados pelo governo dos Estados Unidos. Atualmente, seu acervo digitalizado conta com 2 milhões de volumes, cerca de 15% do total de documentos que ainda passarão pelo processo.

As novas obras são resultado do trabalho de digitalização de parte das coleções de dois americanos milionários, Charles Lang Freer e Arthur M. Sackler, que compõem juntos o acervo de arte asiática do Smithsonian.

Os livros ilustrados são publicações de artistas que perpassaram a história do Japão entre momentos conhecidos como período Edo e era Meiji, época que vai de 1600 e 1912. Na época, destaca-se o gênero artístico de xilogravura e pintura chamado “ukiyo-e” (“mundo flutuante” em tradução literal).

Em uma publicação sobre o novo milhar de livros do acervo, o diretor das bibliotecas do instituto, Reiko Yoshimura, destacou o trabalho com “belas ilustrações coloridas” de pintores como Ogata Kōrin (1658-1716), Andō Hiroshige (1797-1858) e Katsushika Hokusai (1760-1849). O diretor ainda recomenda a visita ao acervo on-line doado pelo médico alemão Gerhard Pulverer, “uma das mais importantes coleções de livros ilustrados japoneses do mundo”.

O que ver

Em seu post no blog da instituição, o diretor do acervo Reiko Yoshimura fez breves sugestões para uma iniciação à coleção digitalizada com uma lista dos seus mais importantes artistas e obras.

Hon’ami Kōetsu

O artista japonês (1558-1637) foi um importante artista, artesão e calígrafo. No acervo estão 100 livretos com canções escritas com a sua caligrafia para musicais dramáticos conhecidos como Noh. As páginas são adornadas ainda com pó de mica, o que lhes dá um efeito brilhante. No documento digitalizado, apesar de menos perceptível, a mica pode ser notada por seus pontos brancos brilhantes.

Koetsu livro noh

FOTO: REPRODUÇÃO/SMITHSONIAN LIBRARIES

Katsushika Hokusai

Mais conhecido pela icônica “A grande onda de Kanagawa”, Hokusai (1760-1849) foi um artista japonês que se tornou famoso por seus trabalhos com xilogravura, com destaque para uma série – feita sobre uma famosa montanha do Japão – chamada “Trinta e seis vistas do Monte Fuji”, da qual “A grande onda” faz parte. No acervo da Smithsonian, Yoshimura destaca outra série de trabalhos de paisagem chamado “Cem vistas sobre o Monte Fuji” e o livro de poesia “Monte Fuji no outono [ou no ano novo]”, este uma publicação especial de ano novo com uma das mais belas pinturas de Hokusai

Hokusai cem vistas monte fuji

‘CEM VISTAS DO MONTE FUJI’, DE HOKUSAI

'Monte Fuji no outono [ou no ano novo]', de Hokusai

‘MONTE FUJI NO OUTONO [OU NO ANO NOVO]’, DE HOKUSAI

Utagawa Kunisada ou Toyokuni III

Toyokuni (1786-1865) foi um artista muito conhecido por sua vasta produção de xilogravuras no estilo ukiyo-e. Do acervo, destaque para o livro “36 atores populares”, que retrata artistas do gênero de teatro japonês conhecido como Kabuki.

'36 atores populares', de Toyokuni

’36 ATORES POPULARES’, DE TOYOKUNI

 

Link para matéria: https://www.nexojornal.com.br/expresso/2017/10/04/O-acervo-com-mais-de-1.000-livros-de-arte-japonesa-dispon%C3%ADvel-na-internet

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Lançamento: Corpografias em Dança

A professora doutora Graziela Andrade estará no lançamento de seu livro  “Corpografias em dança : da experiência do corpo sensível entre a informação e a gestualidade” no dia 19 de agosto, sábado, às 11h, com intervenção do Grupo contemporâneo de Dança Livre, na Livraria e Editora Scriptum.

A Biblioteca da Escola de Belas Artes possui o livro disponível para consulta e empréstimo. Confira também sua tese de doutorado de título homônimo : http://www.bibliotecadigital.ufmg.br/dspace/handle/1843/BUBD-9HHGXK

Graziela Andrade_Corpografias_Convite lançamento F

 

Bem-vindos, calouros!

A Biblioteca da Escola de Belas Artes parabeniza e dá boas vindas aos calouros de 2017!

Para fazer um bom uso dos recursos e serviços da biblioteca é importante que os usuários se informem das regras, deveres e direitos do Sistema de Bibliotecas da UFMG, da qual passam a fazer parte.

Acessem o guia do usuário, onde encontrão orientações acerca do cadastro na biblioteca, empréstimo de obras, renovação pela internet, cobrança de taxas entre outras informações de interesse da comunidade usuária.

Assistam o seguinte vídeo explicativo sobre a pesquisa básica no Catálogo online:

Mais informações sobre a Pesquisa Bibliográfica encontram-se na seguinte página deste blog.

Sobre o Acervo da biblioteca, acessar esta página.

Segue uma visão geral de alguns dos serviços do Sistema de Bibliotecas da UFMG em artigo publicado no Boletim Informativo do Sistema de Bibliotecas da UFMG, nº1, ano 1, Abril/Maio 2012 :

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Biblioteca Central apresenta livros de artista na forma de catálogos de exposição

Carla Pedrosa

Exposição Impressa é o título da mostra cujas obras de arte expostas não ocupam as paredes de uma galeria, e sim as páginas de um livro. Essa modalidade de exposição, realizada pela primeira vez pelo galerista nova-iorquino Seth Siegelaub, será reproduzida na Divisão de Coleções Especiais e Obras Raras da UFMG, no quarto andar da Biblioteca Central.

 

Os visitantes poderão conferir reedições de obras de arte conceituais da década de 1960 e outros livros de artista que pertencem ao acervo da Escola de Belas Artes da UFMG. “Os livros da mostra são, ao mesmo tempo, catálogos de exposição e livros de artista. Em alguns deles, os artistas fizeram uma transposição gráfica das obras para o papel, criando uma obra nova”, explica Amir Brito, curador da mostra.

Fotos do site da Coleção de Artista da UFMG

Continuo la serie delle mie mostre a domicilio (Cavellini, 1975). 

 

Serão apresentadas “exposições impressas” de vinte e quatro artistas. Entre elas, as do francês Hubert Renard e do italiano Guglielmo Achille Cavellini, que questionam a própria ideia do que é uma exposição. “Hubert Renard coloca em evidência tudo o que envolve a realização de uma mostra, por meio da criação de um catálogo de uma exposição fictícia, que nunca aconteceu, pois a galeria de arte não existe. Já Guglielmo Achille Cavellini dizia realizar “mostras em domicílio”, em que o catálogo era enviado para o endereço das pessoas interessadas em visitar a mostra”, conta Amir.

A mostra Exposição Impressa estará em cartaz no quarto andar da Biblioteca Central de 02 de agosto a 15 de setembro e poderá ser visitada de segunda a sexta-feira, das 7h30 às 22h. Fotografias de algumas das obras que serão expostas podem ser conferidas no site da Coleção de Artista da UFMG.